segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Hoje, precisamente, dois dias após aniversário, levanto-me da cama, com o sono, ainda, a vaguear preso a mim, atendo um telefonema e, de repente, vejo-me a perder tudo aquilo que mais precioso eu tinha na vida e, também, que, atualmente, maior felicidade me trazia. E tudo por uma patetice de alguém que, por duas noites, apenas, não se "lembrou", propriamente, de mim, que me mentiu e que, felizmente ou não, eu vim a descobrir. Sinto-me uma idiota autêntica. Estou deitada na minha cama, fechada entre as quatro paredes do meu quarto, agarrada aos headphones e, por sinal, sem saber o que hei-de, ao certo, pensar de ti e do que me fizeste. Não sei se hei-de reviver os bons momentos que, desde há mil e noventa e cinco dias, me tens vindo a proporcionar ou se, pelo contrário, hei-de forçar o meu pensamento a fugir de ti e daquela magia que me fazias sentir ... só para não ter que chorar uma outra vez. 
Porque estragaste tudo numa semana tão agradável como a que estávamos a ter? Considerei-te um herói, o meu herói, por teres sido capaz de fazer cerca de quatro mil quilómetros só para estares comigo e veres o meu sorriso brilhar num dia que, supostamente, seria o mais especial para mim e, ironicamente, nessa mesma noite, jogas fora a nossa relação, como se estivesses a deitar, pela janela do teu carro e ao sabor do vento, o habitual maço de tabaco que trazes, sempre, guardado no porta-luvas. Tenho o coração feito em pedaços e, muito sinceramente, eu não sei se vou conseguir  ser capaz de levantar-me, pelo menos tão cedo, desta queda que, por agora, me está a parecer fatal. E sabes? Não me sinto preparada para ver-te ir embora, não me sinto, sequer, capaz de despedir-me de ti e, ser obrigada a, enfrentar todo este sofrimento sozinha, sem poder partilhar contigo, o meu porto seguro, todos os receios.


sábado, 28 de janeiro de 2012

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

E, ter dormido abraçada a ti, foi das melhores sensações do mundo. Não consigo (sequer) explicar-te a alegria que senti ao acordar, olhar para a o lado, e ver que, felizmente, não tinha sido apenas um
sonho meu, tu estavas, mesmo, ao meu lado, e por sinal, completamente, agarrado a mim.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Estou com medo, desta vez, um medo diferente. Não sei porquê mas é. Ultimamente, tenho tido um medo subtilmente horrível de perder tudo aquilo que, em tão pouco tempo, se tornou no mais importante para mim. Não sei o que se passa, se são os sonhos, estranhos, por sinal, que me têm vindo a atormentar ou, pelo contrário, se serão as coincidências que, infelizmente, estão constantemente a acontecer, quase como se possuíssem uma grande vontade de se infiltrarem na minha vida. Não sei explicar! Só sei que estou insegura, bastante insegura até, sinto-me prestes a cair, além do mais, sinto-me demasiado desprotegida. Falta-me um abraço, aquele abraço apertado que eu tanto adoro, que é capaz de me transmitir uma tranquilidade enorme e fazer-me esquecer, com a maior facilidade, tudo o resto.

E não precisamos de ter o mesmo sangue para seres a minha irmã.

sábado, 21 de janeiro de 2012

As abençoadas vinte e três horas de sábado à noite aproximam-se e eu, nem quero acreditar que, hoje, não vou puder ter o "habitual" serão de boa disposição com os meus amigos, e isto, só por causa do (pouco) limite que tenho para entregar os tantos trabalhos que, nesta época, especialmente, e não sei porquê, os professores adoram pedir. I will give in crazy, you will see!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Se vamos mesmo ter rugas, que seja de tanto sorrir. Pode ser?
Eu juro-vos que adorava conseguir perceber o pensamento de certas pessoas, saber aquilo que realmente querem e a razão pela qual têm atitudes tão estranhas e confusas perante coisas, às quais dizem ser, tão simples. Chegam e vão, quase, tão depressa como um trovão. Tão depressa dizem que sim como, também, dizem que não.  Sinceramente? Não tenho paciência, nem vontade, para aturar isto!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Houve um, único e simples, momento na minha vida, recente por sinal, que me obrigou a fazer uma paragem repentina e, por instantes, "duvidar" um bocadinho da veracidade daquilo que, supostamente, estaria a viver. E agora, que reflito sobre isso, só posso estar orgulhosa de, por uma só vez, pelo menos, ter usado, com uma maior eficiência, o coração. Senão o fizesse, talvez estivesse, neste preciso instante, quem sabe, a lamentar-me daquilo que fiz e a chorar a tua, obrigatória e inevitável, partida. E sabes? Não estava nem estou, claro, preparada para viver, novamente, uma desilusão, isso não. Se há coisa que me deixa realmente angustiada é, o medo de poder ver, na minha atual felicidade, ou seja, em ti, a tristeza das inconstâncias do meu passado. Eu estou a confiar-te tudo o que, sejam sentimentos bons ou maus, trago guardados no meu coração. Portanto peço-te, por favor, que não quebres as (sagradas) promessas que, lhe fizeste e que, desde há algum tempo, nele estão (também) a habitar. Ok? É tudo o que eu te peço, isto e, um abraço, mas, que seja, eterno!

sábado, 14 de janeiro de 2012


Dinner + smiles + alcohol - (men + discussions) = Ladies Night
Estou constantemente a subir a manga da camisola de lã que, hoje, trago vestida, nem mesmo a quantidade de frio que está lá fora se torna um obstáculo para mim, só para (poder) olhar para o relógio, que trago no pulso esquerdo, ver as horas e contar o tempo que (ainda me) resta para ter notícias tuas - saber onde estás, como estás e como correu o teu dia -. E sabes? A única coisa capaz de me desiludir, quando ando assim tão ansiosa, é, mesmo, chegar a hora pela qual espero o dia todo, a hora do jantar, e a nossa conversa não corresponder às expectativas das horas antecipadas.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

" Só tenho pena de não ser dona do tempo, porque houve momentos que, se pudesse, teria vivido mais vezes ou mais devagar, como quem saboreia um chá de menta, ao fim da tarde, no largo da Igreja a ouvir os sinos. E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido, digo-te agora e sem rodeios, fica comigo mais uma vez, vem rir do mundo e adormecer nos meus braços, abrir o teu coração e sonhar acordado, vem ter comigo hoje, porque eu quero lançar outra vez os dados e aposto que vai dar seis e seis outra vez, porque os dados nunca se enganam. "

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Amanhã vai ser um dia (bastante) complicado. Pois é, mais uma despedida   :|

domingo, 8 de janeiro de 2012

Cheguei, há cerca de cinco minutos, a casa. Hoje tive um aniversário e depois, como uma exceção, claro, uma vez que raramente consigo sair, ao sábado à noite, com o meu namorado, consegui ter uma noite fantástica na sua companhia. Estivemos realmente cúmplices e confesso que, há "algum" tempo que não o sentia assim tão meu, foi mesmo maravilhoso , aliás inexplicável, e portanto, eu não podia deixar de partilhar esta (minha) alegria convosco. Sinto-me extremamente realizada junto dele, comemorámos ontem, dia sete, trinta e nove meses, e eu, eu juro-vos que, já não me sinto, sequer, capaz de acordar e saber que ele não está comigo. Estou in love, é verdade, agora mais do que nunca.
E sabem? Sinto-me tão beeem assim, aiii doces, mas se sinto!

PARABÉNS À MINHA IRMÃ, faz hoje 12 anos :')

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Eu não entendo como (ainda) possam existir pessoas capazes de acreditarem que uma mentira, por mais pequena que seja, raramente possa ser, ou então até é mesmo, descoberta. E o pior, pelo menos para mim, é fazerem dela - a mentira - um autêntico hobby: desculpando-se com uma nova mentira. Porque são tão idiotas e não admitem logo aquilo que fizeram? Descobre-se sempre. Sim, eu hoje estou de coração partido. Não me recordo de um único sitio onde me possa sentir bem, estando nesta situação e, infelizmente, neste momento, só tenho vontade de chorar.


"Uma vez magoada, três vezes mais fria, cinco vezes mais amarga, 
trinta vezes mais vingativa e cinquenta vezes mais forte."

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


Amanhã regressamos à rotina, não é verdade? Estou sem apetite algum, aliás, confesso que, ainda não estou mentalizada que, a partir de amanhã, vou ser "obrigada" a abdicar do meu, tão precioso e adorado, tempo livre. Enfim, ninguém merece! Agora vou dormir, senão cheira-me que, amanhã, vou adormecer e desligar o despertador, logo, ao primeiro toque. Até amanhã doçuras, boa sorte e muitos beijinhos  (':
Sinto-me, cada vez mais, triste contigo. Ultimamente, a frieza tem-te dominado de uma forma triste, sim triste, mais triste até do que o habitual. Sempre me demonstraste ser uma pessoa demasiado dura e possuir um coração (um pouco) insensível, é verdade, e eu, eu fui "obrigada" a habituar-me a esse teu estúpido feitio, que me deixa tão triste, mas confesso, passados tantos anos, isso (ainda) continua a revoltar-me, a revoltar-me mais do que tudo, porque a tua forma de ser incomoda-me, e tu, parece que nem sequer te apercebes disso. Gostava tanto que pudesses ser um pai (mais) presente, que fosses capaz de tomar a iniciativa de dizer que gostas muito de mim e que o meu sorriso é tudo para ti. Custava-te assim tanto dares-me, pelo menos, agora que estou crescida, aquele carinho que sempre precisei de ter?